Moçada, esta palestra foi a mais bacana até o momento. Há mais de um ano eu escuto falar de monitorar redes de relacionamento pode trazer bons resultados para satisfação do cliente e para sua fidelização e conseqüente redução do churn, mas NUNCA tinha visto uma simulação e um resultado real e consistente sobre o assunto. Pois bem, estes caras conseguiram. Na verdade a apresentação foi um “hands on” onde podemos participar do passo a passo (utilizando o SPSS) da “construção” do modelo (na verdade o algoritmo já está lá, a única coisa a ser feita era selecionar as variáveis J). Pois bem, relacionando simplesmente os números de telefone do “ligador”, do “receptor” e adicionando os minutos da conversa, você aperta um botão e... abracadabra: surge uma teia (ou alvéolos pulmonares) com os principais “nós” da rede (os influenciadores) identificados.
A partir daí, entra um conceito muito louco que há uns 15 anos não ouvia falar. Ele se chama “energia de difusão” (tem um ppt interessante aqui) e basicamente mede o impacto que um influenciador (o nó da rede) tem na sua rede – seja para comprar mais ou para deixar o seu provedor de serviços. Bacana, né!? Mas e na prática? Bem, por acaso, o grupo de indianos que estava apresentando tinha um exemplo de Telco e me disseram que a propensão de churn numa rede de relacionamento cujo influenciador sai é 37 vezes maior que qualquer outro membro desta rede!! Puta resultado. Vou parar de descrever a apresentação por aqui pois nada mais pode ser tão útil quanto esse resultado.
Bem procurei o pessoal da apresentação e o chefe de pesquisas do SPSS para saber se havia alguma coisa deste tipo para PJ, eles disseram que ainda mas tinham interesse em abrir uma linha de trabalho neste sentido.
Quando voltar converso com todos pessoalmente mas já adianto que esta será uma de nossas linhas de trabalho para o Mapa de Risco.











